sábado, 28 de junho de 2014

VALENTIA E DESTREZA

Desde tempos muito remotos o combate de galos existe. Na
época áurea do Império Romano, serviam como exemplo para os
gladiadores, como espelho de valentia e destreza. Este esporte
vem, portanto, passando de geração a geração, como parte da
cultura de muitos países.
















Muitos outros assuntos são mais urgentes, por desafiar
diuturnamente a justiça e a lei. Já o combate entre os galos é uma
paixão nacional enraizada em nossa cultura desde seu nascimento.
Os criadores não formam bandos de criminosos que constroem um
Estado paralelo que inclusive ataca, infiltra-se e corrompe o Estado
constituído, como observamos com o tráfico, por exemplo.
 Esta ave não pertence à nossa fauna, nem tampouco é
maltratada. Pelo contrário, os galos são tratados como atletas, com
alimentação que poucos têm em sua mesa. Não existe a mínima
possibilidade de criá-los em bandos, visto que, devido à sua índole
combativa, lutam até a morte.
 Desta forma, com a propalada criminalização do esporte em
tela, além de haver o efeito contrário ao desejado, a saber, a
extinção da espécie, o desemprego de várias famílias que vivem
desta prática se abaterá sobre a sociedade. Estudos feitos por
Dr. Paulo José Morais (Maceió) atestam que a briga de galo é a 3ª
paixão nacional, só perdendo para o futebol e o carnaval.
 É de se ressaltar ainda como louvável tentativa de
manutenção deste esporte o projeto de Lei do deputado federal
Fernando de Fabinho (BA) que afirma não ser crime a competição
entre animais (Revista Consultor Jurídico, 29 de outubro de 2004).
Eles combatem em igualdade de condição (peso, altura e um
regulamento com juiz para a avaliação e o tempo de luta
determinado). Não existem os maus-tratos tão divulgados. É preciso
que a sociedade se conscientize de que os galos lutam por instinto,
os homens por ignorância.

O VERDADEIRO GALISTA

O verdadeiro galista é uma pessoa disciplinada, atenciosa, pacientes com suas aves. O galista que trabalha sempre olhando para frente, olhando para o seu presente trabalho, pois os frutos do amanha são incertos. É por isso que o verdadeiro galista preserva e cultiva qualidades em seu plantel. Segundo relatos, essa vocação de preservar e cultivar boas aves nos criatórios gozando de plena saúde e uma boa alimentação balanceada as aves ganham longevidade chegado a viver ate mais de 15 anos dando alegria e qualidade de vida aos seus preservadores.

O verdadeiro galista tem um olho técnico para saber escolher suas matrizes para a temporada de reprodução. Tem a verdadeira paciência em esperar os ovos eclodirem para nesse momento de felicidade começar o trabalho ardo e prazeroso de uma nova ninhada.
O verdadeiro galista nunca reclama de cansaço, de hora extra, de dor nas costas e do custo para manter vivas e gozando de toda saúde as suas aves.

Os verdadeiros galistas já existem há mais de 5 mil anos atrás mantendo suas aves vivas ate os dias atuais porem somente os galistas verdadeiros conseguiram manter e preservar as raças para eternidade.